O Rio Negro iniciou o processo de vazante em Manaus nesta sexta-feira, ao atingir 28 metros e 99 centímetros — uma redução de seis centímetros em relação ao pico da cheia registrado no último sábado. Esse recuo marca o início do período de descida das águas, fenômeno típico entre julho e novembro, segundo o Serviço Geológico do Brasil. Mesmo com a baixa no nível, os efeitos da cheia ainda são sentidos em diversos pontos da capital amazonense, como no Centro e em bairros da Zona Sul, onde ruas seguem alagadas e a locomoção dos moradores continua comprometida. No interior do Amazonas, 42 municípios permanecem em situação de emergência por conta da cheia dos rios — especialmente nas calhas do Juruá, Purus, Madeira, Solimões e o Rio Negro. Para enfrentar a crise, o governo do Estado já distribuiu cestas básicas, caixas d’água, medicamentos, purificadores e equipamentos de saúde para dezenas de municípios. O monitoramento segue ativo. Apesar do início da vazante, o cenário ainda exige atenção diante dos impactos sociais e estruturais causados pelas inundações nas últimas semanas.
Ultimas Noticias
- Taperoá e o manual do caos administrativo: secretário, carro oficial e um bafômetro que virou inimigo público
- SELIC NAS ALTURAS: o que isso tem a ver com o preço do picolé em Valença?
- Prefeitura de Valença lança plataforma ElaProtegida para acolhimento de mulheres vítimas de violência
- Valença inicia distribuição do pescado da Semana Santa 2026
- Ministério Público fará campanha contra assédio eleitoral neste ano
- Anvisa proíbe venda de fórmula infantil contaminada por toxina
- Obras avançam em São Benedito e reforçam desenvolvimento na zona rural de Nilo Peçanha
- Representante de empresa odontológica de São Paulo visita Laboratório de Prótese Dentária Marcos Venâncio em Valença


