O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu nesta quinta-feira (18) o visto norte-americano necessário para que possa acompanhar a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), agendada para a próxima semana em Nova York. “Recebi o visto hoje. Uma obrigação de um país que tem um acordo-sede com um organismo internacional. Tem que garantir o acesso de uma autoridade que é convidada para o evento”, disse, em coletiva de imprensa em Brasília. Padilha foi escalado para integrar a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que viaja aos Estados Unidos em meio a um período de tensão entre os governos brasileiro e norte-americano – sobretudo após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entenda Em agosto, o governo do presidente Donald Trump cancelou o visto da esposa e da filha de 10 anos de Padilha. À época, o ministro estava com o visto vencido desde 2024 e, portanto, não passível de cancelamento. Na mesma semana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos revogou os vistos de funcionários do governo brasileiro ligados à implementação do programa Mais Médicos. Foram cancelados os vistos do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Julio Tabosa Sales, e do ex-assessor de Relações Internacionais da pasta e atual coordenador-geral para 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), Alberto Kleiman. Em comunicado, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, justificou que os servidores teriam contribuído para um “esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano” por meio do Mais Médicos.
Ultimas Noticias
- Derrota de Trump coloca em xeque relação histórica dos EUA com Israel
- Brasil no Mundoanalisa eleições nos EUA e geopolítica internacional
- Presidente do Paraguai renuncia em meio à crise bancária; vice assume
- Entenda as eleições de meio de mandato do presidente nos EUA
- Escândalo no Ueno Bank provoca processo de impeachment contra Santiago Peña
- Rubio diz que não vai sair do governo Trump e evita falar sobre candidatura presidencial em 2028
- Como um escândalo financeiro ameaça derrubar Peña e redesenhar o poder no Paraguai
- Oposição ganha força nos Estados Unidos e pressiona política externa de Trump


