Cerca de 1.200 servidores da Polícia Federal vão atuar na segurança da COP30, em Belém, no Pará. O plano começou a funcionar na cidade no início do mês, informou a PF neste sábado (25). O desafio é garantir a proteção de um número recorde de delegações estrangeiras e assegurar a liberdade de expressão. Segundo a Polícia Federal, a natureza da agenda climática atrai países com visões frequentemente contrárias, por isso exige um esquema de segurança adaptado. Além disso, a Conferência ocorre após edições em países com liberdades civis mais restritas e o Brasil dará mais espaço para povos indígenas e movimentos sociais. Pelo menos, 3 mil indígenas são esperados. Então, o foco vai ser a manutenção do funcionamento da cidade e uma “convivência harmônica” entre os participantes. Em termos logísticos, a PF vai reforçar a atividade de imigração e fiscalização de portos – como o de Outeiro, que vai receber dois navios de cruzeiro, – e na base Aérea de Belém, por onde vão chegar as autoridades. Ainda serão realizadas ações investigativas para prevenção de crimes cibernéticos e de terrorismo, com varreduras e contramedidas antibombas.
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