A situação da saúde pública na Bahia volta a gerar revolta. A família de Joseandro Conceição, internado no Hospital Dr. Antônio da Costa Pinto Dantas, denuncia a demora inaceitável na regulação de número 4663566 — um procedimento essencial para transferência do paciente a uma unidade com estrutura adequada.

Enquanto o tempo passa, a angústia e o medo crescem. Familiares afirmam que Joseandro precisa com urgência de cuidados mais avançados, mas até o momento não houve resposta concreta da Central de Regulação.
“Estamos vendo ele sofrer sem ter para onde correr. O hospital faz o que pode, mas falta estrutura. O que falta é vontade e respeito com a vida humana”, desabafa um familiar, revoltado com o descaso.
A morosidade da regulação tem sido um problema recorrente em todo o Baixo Sul, onde famílias enfrentam a dura realidade de esperar por vagas que demoram dias, às vezes semanas, enquanto pacientes lutam pela vida.
É inadmissível que, em pleno 2025, ainda existam cidadãos reféns da lentidão e da burocracia de um sistema que deveria priorizar o ser humano acima de tudo. A saúde pública não pode ser tratada como número de protocolo — cada regulação é uma vida em risco.

Autoridades da região e do Estado precisam agir com urgência. A população de Ituberá e de todo o Baixo Sul merece um sistema de saúde que funcione, com respeito, dignidade e rapidez nas decisões.

Por Redação/ CN


