A família de Lediane Souza Santos, gestante de 41 semanas, vive momentos de preocupação e apreensão diante da necessidade urgente de regulação para uma unidade de referência. Mesmo com o avanço da gestação, a regulação estadual ainda não disponibilizou vaga para transferência, o que aumenta o alerta para possíveis riscos tanto para a mãe quanto para o bebê.
Segundo informações apuradas, o Hospital Municipal Dr. Antônio Costa Pinto Dantas, em Ituberá, tem prestado toda a assistência necessária à gestante. A equipe médica e de enfermagem mantém monitoramento constante do quadro clínico, pronta para atuar em qualquer intercorrência enquanto busca, junto ao sistema de regulação, uma vaga adequada para o devido atendimento obstétrico.
A preocupação aumenta porque, aos 9 meses completos de gestação, qualquer atraso pode representar riscos para a mãe e para o bebê. A possibilidade de uma cesariana — indicada justamente quando há sinais de sofrimento materno ou fetal — torna ainda mais urgente a obtenção de uma vaga para atendimento especializado.
A direção da unidade reforça que todos os protocolos estão sendo seguidos e que o hospital continua empenhado, minuto a minuto, na tentativa de garantir que Lediane seja encaminhada para um centro obstétrico com suporte de alta complexidade, conforme sua condição exige.
A família pede sensibilidade por parte do sistema de saúde da Bahia para que a regulação seja efetivada o mais rápido possível, evitando riscos e garantindo o desfecho seguro deste momento tão delicado.
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O caso de Lediane, mais uma vez, liga o alerta para a importância da agilidade no acesso à regulação, especialmente em situações de gestação avançada, onde cada hora conta para a preservação da vida.
Por Redação/ Wilton Andrade
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