O líder norte-coreano, Kim Jong Un, ordenou o aumento da produção de mísseis, durante o próximo ano, assim como a construção de novas fábricas para responder à crescente procura de armamento, anunciaram hoje os meios de comunicação estatais. Durante uma visita a fábricas de munições, acompanhado por altos funcionários do regime, Kim Jong Un ordenou que as instalações de produção atendam às “necessidades previstas de mísseis e artilharia para as operações das Forças Armadas Estatais”, segundo a agência estatal norte-coreana KCNA. Kim Jong Un afirmou que “a capacidade total de produção deve ser ainda mais ampliada” para suprir as demandas das Forças Armadas de Pyongyang e anunciou a construção de novas fábricas de munições. “O setor de produção de mísseis e projéteis é de importância vital para o fortalecimento da dissuasão militar”, declarou o líder, de acordo com a KCNA. A Coreia do Norte tem intensificado significativamente os lançamentos de mísseis nos últimos anos. Segundo analistas, o objetivo é aumentar a capacidade de ataque de precisão, desafiar os Estados Unidos e a Coreia do Sul e testar armamentos antes de exportá-los, possivelmente para a Rússia. A mídia estatal informou na quinta-feira que Kim Jong Un visitou uma fábrica de submarinos de propulsão nuclear, onde prometeu combater o que chamou de “ameaça” representada pela produção nuclear da Coreia do Sul. Ainda segundo os veículos oficiais, Kim Jong Un também acompanhou o lançamento de teste de novos mísseis antiaéreos de longo alcance e alta altitude sobre o Mar do Japão. O Partido dos Trabalhadores da Coreia, que está no poder, deve realizar seu primeiro congresso em cinco anos no início de 2026, quando serão debatidos os planos de desenvolvimento econômico e militar para os próximos cinco anos. Leia Também: Veículo de levitação magnética atinge 700 km/h em 2 segundos na China
Ultimas Noticias
- China mantém taxas de empréstimos pelo décimo mês consecutivo
- Organização Marítima quer corredor humanitário no Estreito de Ormuz
- Europa e Japão manifestam disposição para abrir Estreito de Ormuz
- Irã volta a atacar Catar após Trump ameaçar destruir campo de gás Pars
- Argentina está disposta a mandar militares para guerra se EUA pedirem
- Com patrimônio bilionário, Maduro diz não ter dinheiro para pagar defesa nos EUA
- Israel diz que não atacará mais infraestruturas de energia do Irã após pedido de Trump
- Irã confirma morte de mais um alto funcionário do regime


