O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve revogar na próxima quinta-feira, dia 12, uma norma criada durante o governo de Barack Obama que serviu de base para o combate às emissões de gases de efeito estufa no país. O anúncio foi feito pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Segundo ela, Trump irá formalizar a revogação da chamada Endangerment Finding, adotada em 2009, que reconheceu oficialmente que determinados gases de efeito estufa representam risco à saúde pública. A medida é alvo de críticas de cientistas e ambientalistas, que avaliam a decisão como um duro golpe na política climática dos Estados Unidos, historicamente o maior emissor acumulado de gases de efeito estufa. A expectativa é de que a revogação seja contestada judicialmente e possa chegar à Suprema Corte. “Nos veremos nos tribunais”, afirmou recentemente Manish Bapna, presidente da organização ambiental NRDC. A norma criada no governo Obama determinou que seis gases de efeito estufa são prejudiciais à saúde pública e, por isso, devem ser regulados pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA. A partir desse entendimento, foram implementadas diversas regras federais para limitar emissões, especialmente no setor de transportes, como automóveis e caminhões movidos a combustíveis fósseis. Com a revogação, as regras que impõem limites às emissões de veículos podem ser imediatamente suspensas. Outros regulamentos ambientais, incluindo os voltados para usinas de energia, também podem ser afetados. O diretor da EPA, Lee Zeldin, afirmou ao The Wall Street Journal que a iniciativa representa “o maior ato de desregulamentação da história dos Estados Unidos”. A atual administração, que defende a ampliação da produção de petróleo e carvão, vinha há meses buscando reverter a decisão de 2009. O governo argumenta que os gases de efeito estufa não devem ser tratados como poluentes tradicionais, já que seus impactos na saúde seriam indiretos e globais, e sustenta que a revogação pode contribuir para a redução do preço dos automóveis. “Não errei”: Trump rejeita desculpas após vídeo ofensivo com os Obama O presidente dos Estados Unidos afirmou que não vai se desculpar por compartilhar um vídeo com teor racista envolvendo Barack e Michelle Obama. Trump disse que não assistiu ao conteúdo até o fim, atribuiu a postagem a um erro da equipe e minimizou a repercussão política. Notícias ao Minuto | 08:00 – 07/02/2026
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