Provocado pelo bloqueio energético dos EUA à ilha, dois terços da ilha ficaram sem energia por cerca de 16 horas Cuba restabeleceu sua rede elétrica nesta quinta-feira (5), um dia depois um apagão de cerca de 16 horas, que deixou dois terços do país sem luz, devido à falta de combustível, provocada pelo cerco energético dos Estados Unidos. Os apagões têm sido constante na ilha desde que o governo de Donald Trump impôs a Cuba um bloqueio energético após o sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e ataque à Venezuela, que era o principal fornecedor de petróleo do país. O centro e o oeste do país, incluindo a capital, ficaram sem eletricidade desde o meio-dia de quarta-feira por causa de uma falha que provocou um desligamento “inesperado” da central termelétrica Antonio Guiteras, a principal da ilha, informou o Ministério de Minas e Energia. Vários bairros de Havana estavam com energia na manhã desta quinta-feira, constatou a AFP, embora o restabelecimento do serviço tenha sido lento. “Às 05h01 desta madrugada, o Sistema Elétrico foi interconectado de Guantánamo a Pinar del Río”, províncias nos extremos leste e oeste da ilha, informou o ministério na rede X. O governo acrescentou que “continua a incorporação de unidades de geração (elétrica)” para ampliar o fornecimento de energia. As autoridades indicaram que, embora a falha na principal termelétrica do país tenha sido “o estopim do apagão”, a “principal causa” foi “a fragilidade do sistema elétrico pela indisponibilidade de combustível” para alimentar geradores de apoio. Desde 9 de janeiro nenhum petroleiro chegou a Cuba, o que obrigou o governo de Miguel Díaz-Canel a adotar medidas severas de economia, incluindo a suspensão da venda de diesel, o racionamento de gasolina e a redução de alguns serviços hospitalares. Havana acusa Trump de querer “asfixiar” a economia da ilha, submetida a sanções dos Estados Unidos desde 1962 e que vêm endurecendo nos últimos anos.
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