O Poder Judiciário do Estado da Bahia, por meio do seu Presidente, Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, manifesta seu profundo reconhecimento a todas as mulheres que, com dedicação e protagonismo, integram a justiça e a sociedade baiana.A data de 8 de março representa muito mais do que um marco comemorativo; constitui um momento essencial de reflexão sobre os avanços alcançados e os desafios que ainda persistem na busca pela igualdade plena – uma jornada que deve ser renovada diariamente e não se restringir a uma única data no calendário.Nesse contexto, o Tribunal de Justiça da Bahia reafirma o compromisso institucional com a promoção de uma cultura de inclusão que transpõe os limites do ambiente de trabalho, consolidando-se em diretrizes, como a política de paridade e o fortalecimento de espaços de liderança feminina.A atuação firme da Corte, materializada na aplicação rigorosa da Lei Maria da Penha e no suporte contínuo às Varas de Violência Doméstica, reflete a prioridade absoluta dada ao enfrentamento de todas as formas de discriminação.É imperativo reconhecer que a celebração da data caminha lado a lado com o debate honesto sobre as vulnerabilidades e violências sofridas, pois somente ao encarar essas realidades é que se pode pavimentar o caminho para uma igualdade efetiva e segura.Neste dia, o TJBA presta homenagem à força das magistradas, servidoras, estagiárias, colaboradoras, promotoras, defensoras, advogadas que, no cotidiano das comarcas e secretarias, contribuem para a construção de uma justiça mais sensível, humana e conectada aos anseios de paz social.A valorização da mulher e a garantia de sua integridade são pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia e a consolidação de um futuro com mais equidade para todos, motivo pelo qual o Tribunal de Justiça da Bahia endossa a ideia de que a construção de uma sociedade livre de opressão e plena em oportunidades é uma missão coletiva e ininterrupta.Ao honrar o passado de lutas e o presente de conquistas, sem descuidar dos desafios que ainda persistem, a Corte baiana renova seu dever de ser, cada vez mais, um porto seguro para a dignidade e um agente transformador na vida de cada cidadã.
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