Hoje, na sessão da Câmara Municipal, a vereadora Michele resolveu cutucar, e não foi de leve, a APLB. O alvo? A falta de cobrança mais firme por reajuste salarial dos professores.
Segundo a vereadora, o sindicato estaria “calado”. E mais: insinuou que esse silêncio pode ter explicação política, já que a APLB esteve ao lado do prefeito na eleição passada.
Cobrar salário justo nunca será exagero. Mas Michele não ficou só nisso.
Ela avançou uma casa no tabuleiro e colocou uma dúvida pesada no ar: a APLB estaria “sumida”, “quieta” e convenientemente silenciosa após ter caminhado com o prefeito na campanha?
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