“Estamos acompanhando de perto a situação com o Irã. Hoje, como faço a cada poucos dias, vou falar com o nosso amigo, o presidente Trump. Certamente ouvirei as impressões dele sobre a viagem à China e talvez também sobre outros assuntos”, afirmou Benjamin Netanyahu no início de uma reunião especial do governo realizada no Knesset (parlamento) para marcar o Dia de Jerusalém. “É claro que existem muitas possibilidades. Estamos preparados para qualquer cenário”, acrescentou o primeiro-ministro israelense, citado em comunicado divulgado pelo seu gabinete. Sobre os ataques em andamento no Líbano, Netanyahu afirmou que Israel está “conquistando e limpando” território em solo libanês, além de “defender” cidades israelenses próximas da fronteira e atacar militantes do Hezbollah. “Hoje enfrentamos o desafio de neutralizar os drones de fibra óptica. Este é um tipo específico de ameaça”, reconheceu o premiê, acrescentando que pediu ao Ministério da Defesa e a outras entidades do setor que encontrem uma solução para esse tipo de ataque, sem “restrições orçamentárias”. No Líbano, desde o início dos ataques israelenses, em 2 de março, no contexto da Guerra Irã-Iraque, o número de mortos chegou a 2.960, informou no sábado o Ministério da Saúde Pública libanês. Israel continua concentrando os ataques nos subúrbios ao sul de Beirute, considerados um reduto do Hezbollah, além do sul do Líbano, onde o Exército israelense ocupou durante anos uma faixa de território na fronteira. Leia Também: “Calma antes da tempestade”: Trump ameaça retomar ofensiva contra Irã
Ultimas Noticias
- Derrota de Trump coloca em xeque relação histórica dos EUA com Israel
- Brasil no Mundoanalisa eleições nos EUA e geopolítica internacional
- Presidente do Paraguai renuncia em meio à crise bancária; vice assume
- Entenda as eleições de meio de mandato do presidente nos EUA
- Escândalo no Ueno Bank provoca processo de impeachment contra Santiago Peña
- Rubio diz que não vai sair do governo Trump e evita falar sobre candidatura presidencial em 2028
- Como um escândalo financeiro ameaça derrubar Peña e redesenhar o poder no Paraguai
- Oposição ganha força nos Estados Unidos e pressiona política externa de Trump


