O Serviço Secreto dos Estados Unidos afirmou neste sábado (23) que disparos foram realizados por suspeito contra agentes na esquina do complexo da Casa Branca, em Washington. Nenhum agente ficou ferido. Autoridades afirmaram que um suspeito foi atingido e levado ao hospital, sem identificar o atirador ou detalhar seu estado de saúde. De acordo com veículos americanos, o suspeito teria morrido no hospital. Os tiros foram captados por jornalistas que faziam reportagens ao vivo de dentro da Casa Branca no momento do ocorrido. Em vídeo da correspondente da rede ABC, Selina Wang, é possível ouvir os barulhos dos projéteis. A Casa Branca entrou em protocolo de lockdown, segundo a imprensa local, e jornalistas trabalhando na sede do Executivo americano se abrigaram na sala de imprensa. O lockdown, ainda segundo a imprensa foi retirado logo em seguida. Há poucos detalhes e informações até o momento sobre o ocorrido. Tiros teriam sido disparados na esquina das avenidas 17 e Pensilvânia, na parte norte do complexo. O diretor do FBI, Kash Patel, disse que a polícia federal estava no local apoiando o Serviço Secreto. Uma pessoa que passava no local no momento dos tiros foi atingida, segundo o Serviço Secreto, mas não há detalhes sobre identificação da pessoa, gravidade dos ferimentos e de onde partiram os tiros que a atingiram. O turista canadense Reid Adrian contou à agência AFP que se encontrava na área quando escutou “provavelmente de 20 a 25 barulhos que soaram como fogos de artifício, mas eram disparos, então todos começaram a correr”. Mais cedo, o presidente Donald Trump afirmou que estava no Salão Oval da Casa Branca após conversar com líderes do Oriente Médio sobre as negociações para o fim do conflito no Irã. Não há informações se ele ainda estava no local ou se foi movido em meio ao lockdown. Lá Fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo Não se sabe a motivação do ataque. Em novembro do ano passado, dois soldados da Guarda Nacional foram baleados a um quarteirão de distância da Casa Branca. Como resposta, o governo Donald Trump enviou mais militares à cidade, somando-se a milhares de outros soldados que haviam sido envolvidos com o objetivo declarado de combater o crime. Uma das atingidas morreu no dia seguinte.
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