Os resultados, embora considerados amplamente positivos por analistas, ficaram abaixo das expectativas iniciais © iStock Detalhes de um estudo sobre uma vacina contra o câncer baseada em RNA mensageiro (mRNA), desenvolvida pela Moderna em parceria com a Merck, foram divulgados antecipadamente nas redes sociais, levantando questionamentos sobre a eficácia do tratamento. Os resultados, embora considerados amplamente positivos por analistas, ficaram abaixo das expectativas iniciais. Em agosto, a Moderna anunciou que a vacina havia impedido a recorrência ou a disseminação do melanoma. O resultado foi considerado extraordinário, embora especialistas tenham alertado que seria fundamental conhecer os detalhes do estudo, cuja divulgação estava prevista para sábado, durante o congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO). O site especializado em câncer OncologyCentral aparentemente publicou parte desses resultados na quinta-feira, segundo capturas de tela compartilhadas na rede social X. A sociedade médica afirmou que houve uma violação do acordo que proibia a divulgação antecipada dos dados. Moderna, Merck e ESMO acabaram divulgando os resultados na quinta-feira. “Reconhecemos plenamente a gravidade da situação e suas possíveis consequências”, afirmou uma porta-voz da entidade médica, acrescentando que a organização está investigando o episódio e que “medidas apropriadas estão sendo tomadas”. A vacina reduziu em 38% o risco de disseminação do câncer em pacientes com melanoma de alto risco, em comparação com um tratamento padrão de imunoterapia. Em nota divulgada antes da publicação dos dados completos, o analista Tyler Van Buren, do TD Cowen, afirmou que o resultado, embora favorável, ficou abaixo das expectativas. Van Buren acrescentou que a deterioração dos resultados entre os estudos de fases intermediária e avançada poderia indicar uma menor probabilidade de sucesso da vacina em casos nos quais o câncer já se espalhou pelo organismo ou em tumores “mais difíceis” de tratar. A Moderna e sua parceira Merck estão estudando a vacina para diversos tipos de câncer. A vacina também reduziu em 42% o risco de recorrência do melanoma ou de morte no estudo, resultado que Van Buren e outros analistas classificaram como convincente. Representantes do OncologyCentral não responderam aos pedidos de comentários. Fonte: Dow Jones Newswires. Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado Leia Também: Objeto espacial cai em campo de milho e assusta moradores no Minnesota Escolha o Notícias ao Minuto como fonte preferida no Google Receba as nossas notícias com mais destaque sempre que pesquisar no Google.
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