Por unanimidade, tribunal rejeita recurso da oposição e fortalece liderança da prefeita no Baixo Sul.
A prefeita de Nilo Peçanha, Jacqueline Soares (PSD), obteve nesta quarta-feira (27) uma vitória expressiva não apenas no campo político, mas também no jurídico. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) rejeitou, por unanimidade, o recurso apresentado pelo candidato derrotado nas eleições de 2024, Carlos Azevedo (PT). O opositor questionava a legalidade da campanha da gestora, mas não convenceu os desembargadores.
Por 7 votos a 0, o colegiado decidiu manter a sentença da 32ª Zona Eleitoral, que já havia considerado improcedentes as denúncias contra Jacqueline. A decisão confirma que não houve nenhuma prática irregular capaz de comprometer o resultado das urnas.
A vitória nas urnas e no tribunal
A eleição de 2024 marcou uma disputa acirrada em Nilo Peçanha, mas terminou com a população escolhendo Jacqueline para continuar à frente da prefeitura. Desde então, Azevedo e aliados tentaram, por meio da Justiça Eleitoral, reverter o resultado, levantando suspeitas sobre a condução da campanha da prefeita.

Com a decisão do TRE-BA, esse capítulo se encerra de forma contundente. O tribunal foi categórico ao reconhecer que a vitória de Jacqueline refletiu a manifestação soberana da vontade popular.
Em pronunciamento após o julgamento, a prefeita comemorou a decisão com tom de desabafo e gratidão:
— “A vitória é do povo, a vitória é da democracia, a vitória é de Nilo Peçanha. O tribunal confirmou aquilo que já estava claro nas urnas: fui eleita de forma legítima e com a confiança da nossa gente. Esse processo movido pelo candidato derrotado tentou modificar um resultado democrático, mas a Justiça reafirmou a verdade: Jacqueline é a prefeita do povo”, declarou emocionada.
Repercussão política
O resultado no TRE-BA também repercutiu entre aliados da prefeita. O deputado estadual Alan Sanches (PSD), que apoia Jacqueline, fez questão de destacar a lisura do processo eleitoral no município.

— “Nunca esperei nada diferente disso. A verdade venceu a mentira. Parabéns, Jacque, nossa prefeitona”, disse o parlamentar.
Para observadores da cena política, a decisão fortalece ainda mais a prefeita em seu segundo mandato. Jacqueline sai não apenas absolvida das acusações, mas também consolidada como liderança incontestável em Nilo Peçanha, o que pode influenciar diretamente nas articulações futuras da região do Baixo Sul.

Oposição fragilizada
Já para a oposição, a derrota na Justiça representa um duro revés. A insistência em questionar a vitória da prefeita terminou em mais uma frustração, ampliando a distância entre o grupo de Azevedo e o eleitorado local. Analistas avaliam que a postura do candidato petista pode ter o efeito contrário ao desejado: em vez de fragilizar a gestão, acabou reforçando a imagem de Jacqueline como uma liderança legítima e perseguida por adversários inconformados.

Caminho aberto para novos projetos
Com a disputa judicial encerrada, Jacqueline passa a ter mais tranquilidade para concentrar esforços na administração municipal. O resultado no TRE-BA elimina qualquer sombra sobre sua legitimidade no cargo e abre espaço para que ela avance em projetos estruturantes para o município.
A prefeita também ganha mais capital político para dialogar com lideranças estaduais e federais, o que deve se refletir em novos investimentos para Nilo Peçanha.
Uma vitória que ecoa além das urnas
A decisão do TRE-BA vai além da questão eleitoral. Ela simboliza uma afirmação de estabilidade democrática em um município marcado por disputas intensas. Jacqueline sai desse episódio com o discurso reforçado de que governa com o respaldo do povo e com a chancela da Justiça.
Se nas urnas a prefeita já havia dado uma demonstração de força, no tribunal ela consolidou sua posição. O recado é claro: Jacqueline continua firme e legitimada como a prefeita do povo de Nilo Peçanha.

