Diante das ameaças de Donald Trump de “tomar Cuba”, o governo em Havana tem estudado a movimentação militar dos Estados Unidos (EUA) na região. O embaixador cubano José R. Cabañas Rodríguez destacou que a invasão da ilha é uma possibilidade para a qual o país se preparou. “Os que precisam analisar a iminência, ou não, da invasão fazem o seu trabalho, se estuda constantemente o movimento das forças militares, sabemos que a guerra hoje pode ser liberada à distância”, disse o diretor do Centro de Investigações de Política Internacional (Cipi), em Havana. Cabañas destacou à Agência Brasil que o risco de uma ação militar dos EUA está presente em Cuba desde o triunfo da Revolução, em 1959, e que sempre ressurge quando os EUA percebem um momento de fragilidade econômica que possa oferecer uma chance de sucesso “É uma possibilidade para a qual Cuba historicamente se preparou, e entendemos aqui que a chave para enfrentar tal situação é a unidade do povo”, completou, lembrando da invasão da Praia Girón, em 1961, apoiada pelos EUA e vencida pelas forças leais a Fidel Castro. O diplomata Cabañas atuou como representante de Havana em Washington a partir de 2012, tendo sido o primeiro embaixador de Cuba nos EUA durante governo de Barack Obama.
Ultimas Noticias
- Eleição do Conselho do Fundeb mobiliza entidades e moradores de Valença
- Aprocravo promove Dia de Campo com foco na eficiência do cultivo e na preservação dos craveiros
- Fies 2: inscrições para vagas remanescentes terminam nesta terça
- Pesquisadores vão à Serra do Aracá (AM) para mapear biodiversidade
- Anvisa interdita parte de terminal no Porto de Santos
- Mercado eleva projeção para inflação, juros e dólar em 2026
- Semana de Educação Midiática terá atividades em todas as regiões
- Fies 2: inscrições para vagas remanescentes terminam nesta terça


