Depois dos 304 votos de Cláudio Cajado, apoiado por Paulo do Ferro Velho, e dos 86 de Roberto Carlos, apoiado por Jairo, apareceu uma conta que merece calculadora, café forte e uma cadeira para Dal se sentar: 938 votos com um grupão de pelo menos 15 apoiadores em Valença!
Tinha Márcio no comando, Matheus Passos, Carlito dos Cocos, Zeca, Paca, Murilo da Suprema, Cláudio Queiroz, Hilton da Impacto, Vagner de Ramiro e outros nomes. Era tanta liderança que, se cada um levasse uma cadeira, já dava para montar um pequeno congresso. Só faltou combinar com o eleitor!
Dividindo os votos pelos 15 apoiadores, dá uma média de 62,5 por cabeça. E esse meio voto aí deve ser de alguém que entrou na cabine pensando em Dal e saiu pensando em outro!
Claro que essa divisão é só uma brincadeira com os números. Ninguém sabe quantos votos cada um trouxe. Mas, pelo tamanho do grupão, a expectativa era uma carreta carregada de votos. Chegou um carrinho de mão e ainda sobrou espaço!
Pelos números que temos, Dal já rondou os 7 mil votos em Valença, depois ficou perto dos 6 mil e agora estacionou nos 938. Rapaz, isso não foi uma queda: foi uma descida de ladeira com o freio pedindo demissão!
Eu trabalhei nas campanhas anteriores de Dal, junto com outros blogueiros. Recebemos pelo serviço de divulgação e fizemos nosso trabalho. Não somos donos de votos, mas sabemos apresentar candidato, mostrar proposta e conversar com o povo.
Naquele tempo, com os blogs participando, a votação estava na casa dos milhares. Agora, com esse desfile de nomes fortes, ficou abaixo de mil. Não dá para atribuir tudo à comunicação, mas dá para Dal coçar a cabeça e perguntar: “Esse povo estava fazendo campanha ou formando um grupo de WhatsApp?”
Porque, no WhatsApp, é uma beleza: “Bom dia, deputado!”, “Estamos juntos!”, “Conte comigo!”. Na urna, parece que o celular ficou sem sinal!
Dal, na próxima, procure também os blogueiros de Valença e faça uma revisão nesse grupão. Nome conhecido ajuda, mas precisa ter trabalho e conversa com o eleitor. Só aparecer na fotografia não resolve, se resolvesse, álbum de casamento elegia deputado!
Dessa vez, o grupão tinha tamanho de atacado e votação de varejo. E Dal ficou no caixa, procurando o restante da encomenda!
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