A imprensa internacional repercutiu na noite deste domingo (25) a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. O jornal americano The New York Times levou a notícia à sua manchete online, escrevendo: “Brasil reelege Lula, rejeitando o filho de antecessor”, em referência à Jair Bolsonaro (PL). O argentino La Nácion, também destacando a vitória do petista em sua manchete online, disse: “Lula conquista virada inédita sobre Bolsonaro após votação com polêmica e será presidente pela quarta vez”. O Washington Post, importante jornal editado na capital americana escreveu: “Lula vence reeleição no Brasil, interrompando guinada à direita da América Latina”. O argentino Clarín noticiou a vitória do petista com a manchete “Lula vira a eleição, supera Flávio Bolsonaro por mais de três pontos e permanece no poder por mais quatro anos”. O britânico The Guardian, destacando as eleições brasileiras no topo de seu site, escreveu: “Lula derrotou Bolsonaro, anuncia corte eleitoral”, em referência ao TSE. Acrescentou ainda: “O presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva derrotou o senador de direita radical Flávio Bolsonaro e foi eleito presidente do Brasil para um quarto mandato não consecutivo”. O alemão Die Zeit, com a foto de Lula na avenida Paulista, em São Paulo, na manifestação deste sábado (24), disse: “Lula vence segundo turno no Brasil; ele prevaleceu sobre Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro”. O francês Le Monde destacou: “Lula vence eleição com 51,76% dos votos contra Flávio Bolsonaro ao fim de um dia de voto caótico”. O italiano Corriere della Sera escreveu em sua manchete: “Lula reeleito presidente com 51,74% do voto; derrotou Flávio Bolsonaro, caos durante a votação”. O israelense Times of Israel, importante diário em língua inglesa do país do Oriente Médio, escolheu como manchete: “Lula, incumbente anti-Israel, derrota Bolsonaro Jr. em segundo turno das eleições presidenciais do Brasil”. Antes do resultado, os veículos haviam destacado a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin de estender até as 19h a votação do segundo turno das eleições brasileiras. O New York Times afirmou que há preocupação na Justiça Eleitoral de que a “confusão que tomou conta da votação possa abalar a confiança no sistema eleitoral”, que já foi alvo de ataques de apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), pai do candidato Flávio Bolsonaro (PL). O jornal destacou que algumas seções já haviam encerrado a votação quando o horário foi repentinamente ampliado. O britânico Financial Times, que às 18h50 havia elevado o assunto à principal notícia de seu site, ressaltou que a prorrogação ocorreu após reclamações sobre problemas no transporte público e quando a contagem já estava em andamento. Os veículos ressaltaram que a extensão veio após pedido da campanha do presidente, por causa das falhas no transporte público apontadas em diversas cidades. Lá Fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo Ao menos cinco grandes veículos internacionais mantêm cobertura da eleição brasileira em tempo real neste domingo: The Guardian, Le Monde, El País, Financial Times e New York Times.
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