Em São Paulo, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e o presidente do BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Aloizio Mercadante, apresentaram investimentos do programa Nova Indústria Brasil, que prevê o desenvolvimento da indústria nacional até 2033. Geraldo Alckmin afirmou que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia deve ser aprovado no Senado nas próximas semanas e deve entrar em vigor em maio. O vice-presidente destacou o envio da proposta de um decreto de salvaguardas para proteger a indústria brasileira e evitar o medo de alguns setores de que a entrada de produtos europeus enfraqueça a produção nacional: “Hoje, nós encaminhamos para a Casa Civil uma proposta de decreto para salvaguarda. Ou seja, sempre tem uma preocupação de algum setor da indústria ou do agro dizendo: ‘Olha, pode ter aí um surto de importação’. Então, o acordo prevê, tem um capítulo sobre salvaguarda. E isso vai ser regulamentado. Então, a gente espera, nos próximos dias, ter regulamentada a salvaguarda, através do decreto presidencial. Foco do programa Alckmin citou que o foco principal do programa Nova Indústria Brasil são os setores de agroindústria; saúde; cidades – com mobilidade, saneamento e habitação; transição digital; transição ecológica; e indústria de defesa. Segundo o vice-presidente, os números de exportação da indústria de defesa brasileira mais do que dobraram, por conta da alta demanda mundial. Alckmin também falou sobre a retomada da indústria de caminhões por meio do programa de financiamento do BNDES, o Move Brasil, com investimentos de R$ 4,2 bilhões para o setor. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, falou que, até o fim do ano, devem ser destinados mais de R$ 70 bilhões para o programa Nova Indústria Brasil: “Hoje, estamos aqui entregando 300 bi e dizendo que nós vamos cumprir mais 70 bi. E o BNDES quando anuncia, cumpre e entrega. Então, está aí a próxima entrega.” O programa Nova Indústria Brasil estimula setores da economia por meio de políticas públicas, como subsídios, empréstimos com juros reduzidos e incentivos tributários.
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