O Congresso derrubou o decreto do governo Lula que aumentava o IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras. Horas após a Câmara, o Senado também votou e aprovou, nessa quarta-feira (25), o projeto de decreto legislativo que suspende os efeitos de três decretos editados pelo governo federal sobre o aumento das alíquotas do IOF. Na Câmara, foram 383 votos pelo cancelamento da medida, contra 98. E no Senado, a votação foi simbólica. O decreto abrange empréstimos, financiamentos, operações com cartões de crédito e remessas de valores para o exterior. Com o resultado das votações dessa quarta-feira, o governo federal vai precisar definir outras formas de arrecadar ou economizar R$ 20,5 bilhões para cumprir a meta fiscal do orçamento de 2025. Isso porque, já bloqueou ou contingenciou outros R$ 31,3 bilhões em despesas deste ano. Na sessão, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), falou que após acordo com os líderes do governo com os presidentes da Câmara e do Senado, o Ministério da Fazenda reduziu as alíquotas do IOF. E que esse acordo foi descumprido Após a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, considera que o resultado da votação foi uma derrota para o governo, mas acenou com a possibilidade de construção de um novo acordo. Ele pediu ainda que haja maior diálogo com o Parlamento, que, segundo ele, vem apoiando a política econômica do atual governo, desde o início. O projeto de decreto legislativo que suspende os efeitos de três decretos editados pelo governo federal agora será agora promulgado.
Ultimas Noticias
- TSE mantém Fabrício Lemos no cargo após recurso do Podemos
- Brasileirão Feminino: Flamengo vence Ferroviára nas quartas por 1 a 0
- Vacinação é ampliada em comunidades indígenas da Amazônia
- TV Brasil exibe final do Brasileirão Feminino Sub-17 neste domingo
- Daniel Cargnin é ouro no Grand Slam de Lausanne de judô
- Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 30 milhões neste domingo
- Ministério da Saúde reforça chamamento para vacina contra o sarampo
- Isaquias Queiroz é campeão mundial no C1 500m na Polônia


