As mulheres sul-africanas fizeram uma greve de um dia, na véspera da abertura do encontro do G20 em Joanesburgo, para chamar a atenção para a violência de gênero na África do Sul. O “Women’s Shutdown”, como foi chamado o movimento, pedia às mulheres que, por 24 horas, não trabalhassem, não gastassem dinheiro, deitassem no chão durante 15 minutos ao meio-dia, vestissem roupas pretas e mudassem para roxo a cor das fotos de perfil nas redes sociais. Até o início da tarde (manhã no horário do Brasil) não haviam sido divulgados números que permitissem avaliar o grau de adesão ao protesto, mas em vários pontos de Joanesburgo cruzavam-se grupos de mulheres vestidas de preto, com cartazes na mão e gritando slogans contra o que é conhecido no país como GBV —”gender-based violence”, violência baseada no gênero. Os 15 minutos para permanecerem deitadas são referência a uma estatística segundo a qual 15 mulheres são assassinadas todos os dias na África do Sul. Na quinta (20), o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, afirmou que a GBV e os feminicídios serão classificados como “desastre nacional”. O anúncio foi feito durante a Cúpula Social, um dos eventos da programação do G20.
Ultimas Noticias
- Acabou a agonia: Gilmar Mendes diz que aumento do Bolsa Família é legal
- Rafa segue firme pela Bahia e marca presença em Macaúbas
- Filho do deputado Raimundo Costa destaca união dos pescadores em São Francisco do Conde
- Banco de Edir Macedo investiu R$ 271 milhões em papéis podres semelhantes aos usados pelo Master
- Ramiro Campelo declara apoio a Lula, Jerônimo, Rui, Wagner e Sérgio Brito (vídeo)
- Jornal Valença Agora Edição nº. 1116
- Pix terá novas regras para fraudes, cobrança híbrida e contas-salário
- Valença entrega certificados a 90 profissionais e amplia preparo para o turismo


