SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Alejandro Arias Monge, conhecido como “Diablo”, foi preso na manhã de hoje em uma operação com tiros e agentes feridos na Costa Rica. Operação que prendeu Diablo aconteceu na região de Sarapiquí, perto da fronteira com a Nicarágua. A ação foi conduzida pela unidade contra o crime organizado do país, segundo o Organismo de Investigação Judicial. Monge foi preso após cerca de uma hora de operação, mas cinco agentes ficaram feridos, um deles em estado grave. A ação foi descrita como de “alto risco” e a vítima ferida foi encaminhada para um hospital em San José, a 100 km do local onde o traficante foi preso. A ação também acabou com uma pessoa morta e com outra pessoa presa. Ríos Oconitrillo, conhecido como “Coco Guásimo”, teria trocado tiros com policiais quando foi baleado e morreu no local da operação. Ao menos cinco fuzis foram apreendidos com os suspeitos. Pistolas e equipamentos de monitoramento por drones também estão entre os itens recolhidos. Foragido desde 2016, “Diablo” é considerado um dos criminosos mais perigosos da Costa Rica. Ele responde por uma série de crimes violentos e, de acordo com autoridades locais, tem a “capacidade de escapar de operações policiais”, com ameaças e propinas aos agentes. O governo dos Estados Unidos já ofereceu uma recompensa de US$ 500 mil (R$ 2,5 milhões) por informações que levassem até o Diablo. O valor foi oferecido pelo Departamento de Justiça e pela agência antidrogas, em coordenação com o Ministério Público da Costa Rica. De acordo com os EUA, o homem é responsável por transportar centenas de quilos de cocaína originária da Colômbia para o país. O governo afirmou, ainda, que o homem tem células criminosas em todas as províncias da Costa Rica. Leia Também: Milei chega ao Brasil para apoiar candidatura de Flávio em meio a avanço da direita na região
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