Com alta popularidade Medrado é abraçado pelo povo no 2 de Julho
Tem gente que acorda, almoça e dorme tentando encontrar um defeito na administração do prefeito Marcos Medrado. É um direito da oposição. Afinal, criticar faz parte da democracia. O problema é quando a tentativa de desgastar um governo passa a ocupar mais espaço do que a própria realidade vivida pela população.
Enquanto alguns insistem em procurar argumentos para diminuir os feitos da atual gestão, Valença continua recebendo obras, investimentos e projetos que mudam a paisagem da cidade e renovam a esperança de quem esperou por tantos anos para ver o município voltar a crescer.
Não é por acaso que a popularidade de Medrado continua em alta. Ela não nasceu da propaganda, mas da percepção de boa parte da população de que a cidade voltou a andar. Basta percorrer os bairros, conversar com comerciantes, moradores e trabalhadores para perceber que existe um sentimento de confiança que dificilmente se constrói apenas com discurso.
Talvez seja justamente isso que incomode alguns adversários. Quanto mais obras aparecem, mais difícil fica convencer a população de que nada está acontecendo. E quando uma crítica surge nas redes sociais, o que mais chama atenção é que são os próprios cidadãos que entram na conversa para defender o prefeito. Não é preciso convocar militância. A defesa acontece de forma espontânea, porque muita gente acredita que Valença vive um novo momento.
E esse reconhecimento não fica restrito ao município. O Hospital e Maternidade Regional da Costa do Dendê é um exemplo claro de uma conquista que ultrapassa os limites de Valença. Trata-se de um investimento que beneficiará milhares de pessoas de toda a região, fortalecendo a saúde pública e colocando o município em um novo patamar.
É natural que existam opiniões contrárias. A política vive do debate, e isso faz parte do jogo democrático. O que não parece funcionar é a estratégia de tentar apagar as realizações para manter apenas o discurso da crítica. Obras são concretas. Ficam de pé. Melhoram a vida das pessoas. E, diante delas, qualquer narrativa precisa disputar espaço com a realidade.
No fim das contas, a população costuma fazer uma pergunta muito simples: “O que foi feito pela cidade?” E essa é uma pergunta que será respondida não pelas redes sociais, nem pelos discursos inflamados da oposição, mas pelas ruas asfaltadas, pelos equipamentos públicos, pelos investimentos e pelas transformações que permanecerão muito depois que o calor da disputa política passar.
Acho que esse texto transmite uma mensagem mais firme, mas sem atacar pessoas específicas e sem fazer afirmações categóricas que não possam ser comprovadas. Isso tende a dar mais credibilidade ao editorial e reforça a ideia de que o foco do debate deve estar nas realizações da gestão.
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