© Rosinei Coutinho/STF O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (18) reconhecer a validade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família. Mendes atendeu ao pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). Para o ministro, o reajuste não afronta as regras eleitorais e representa medida legal para atualizar o piso familiar do programa. “A medida não importa criação de novo benefício, alteração dos critérios de elegibilidade ou ampliação do universo de beneficiários. Trata-se apenas de atualização dos valores das prestações integrantes de programa social já existente, mediante critério objetivo de correção monetária”, afirmou Mendes. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da legalidade do decreto. O reajuste foi anunciado nesta quinta-feira (17) pelo governo federal. O benefício pago pelo programa Bolsa Família será reajustado em 15%, a partir de 1° de outubro. O valor mínimo do benefício ficará em R$ 691. Já o valor médio pago chegará a R$ 777. Na petição enviada ao Supremo, a AGU sustenta que o reajuste também está de acordo com a legislação eleitoral e não representa benefício novo. * Em atualização
Ultimas Noticias
- Derrota de Trump coloca em xeque relação histórica dos EUA com Israel
- Brasil no Mundoanalisa eleições nos EUA e geopolítica internacional
- Presidente do Paraguai renuncia em meio à crise bancária; vice assume
- Entenda as eleições de meio de mandato do presidente nos EUA
- Escândalo no Ueno Bank provoca processo de impeachment contra Santiago Peña
- Rubio diz que não vai sair do governo Trump e evita falar sobre candidatura presidencial em 2028
- Como um escândalo financeiro ameaça derrubar Peña e redesenhar o poder no Paraguai
- Oposição ganha força nos Estados Unidos e pressiona política externa de Trump


