A equipe econômica do governo federal apresentou, na noite desta sexta-feira, o projeto do Orçamento do próximo ano que foi enviado ao Congresso Nacional. O texto teve alterações em relação às estimativas de crescimento econômico previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, que tramita desde abril. Para 2026, a projeção de aumento do PIB, Produto Interno Bruto, que é a soma de bens e serviços produzidos no país, foi reduzida de 2,5%, na LDO, para 2,44% no Projeto de Lei Orçamentária, o PLOA. A previsão para o IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, usado para medir a inflação, subiu, de 3,5% para 3,6%. Dario Durigan, secretário Executivo do Ministério da Fazenda, detalhou o resultado fiscal esperado pelo governo com o orçamento geral do ano que vem: E pra 26 a gente está apresentando uma proposta ao congresso que tem o melhor resultado fiscal dos últimos 15 anos. Nós estamos falando de um superávit que é menos dependente de despesas extraordinárias, que está dentro de um planejamento e de uma consistência de estratégia. A nova regra de correção fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo, em 2026, para 1631 reais, 1 real acima do valor proposto na LDO. A alta obedece à regra aprovada no fim do ano passado, que limita o crescimento do salário mínimo a 2,5% da inflação do ano anterior. Clayton Montes, secretário de Orçamento Federal, destacou o crescimento do salário mínimo e os reflexos nas despesas ligadas piso salarial. Destaco aqui o crescimento do valor do salário mínimo para o PLOA de R$ 1.631,00, que equivale a uma ampliação em relação ao salário mínimo desse ano de R$ 113. E aqui o destaco evidentemente que do ponto de vista orçamentário as despesas também que são atreladas ao salário mínimo tem sim um impacto no seu crescimento. E a gente sempre tem uma conta, uma razão, de que para cada real que aumenta o salário mínimo as despesas previdenciárias sobem R$ 429 milhões. Outros parâmetros também foram revisados, como a Taxa Selic, de juros básicos da economia, que encerrará 2026 com média de 13,11% ao ano. A projeção da LDO era de 12,56%. A previsão para o dólar médio caiu de R$ 5,97 para 5,76. *Com informações da Agência Brasil
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