O tempo é um fator crítico para a família de Andréia Luísa Sívico dos Santos, que se encontra em uma batalha não apenas contra uma doença grave, mas também contra a burocracia do sistema de saúde. Diagnosticada com anemia falciforme, uma condição que exige acompanhamento contínuo e especializado, Andréia está internada no hospital de Ituberá, no Baixo Sul da Bahia, aguardando uma transferência que pode ser decisiva para seu tratamento.
O pedido de regulação, sob o número 47 610 21, para uma unidade com maior suporte foi inserido no sistema do estado no dia 31 de janeiro de 2026. Desde então, familiares e amigos vivem dias de angústia e incerteza. Enquanto a vaga não surge, Andréia recebe os cuidados possíveis na unidade de saúde de Ituberá, mas seu quadro clínico demanda recursos e especialistas que não estão disponíveis na cidade.
A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos, podendo causar crises de dor intensa, infecções e complicações em órgãos vitais. A falta de tratamento adequado e imediato pode levar a consequências irreversíveis.
“Ela está sendo bem cuidada aqui, mas sabemos que ela precisa de mais, de um lugar com especialistas na doença dela. Cada dia que passa é um desespero maior”, relata um familiar, que prefere não se identificar. “Só queremos que olhem para o caso dela com a urgência que ele merece. É uma vida que está em risco.”
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A família faz um apelo às autoridades de saúde para que o processo de regulação de Andréia seja agilizado, garantindo seu direito a um tratamento digno e eficaz.
Redação/Wilton Andrade


