SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Uma semana após o início da intervenção do governo Trump na segurança de Washington D.C., 465 pessoas foram presas e 68 armas foram apreendidas na capital dos EUA, informou nesta terça-feira (19) a procuradora-geral Pam Bondi. Do total de prisões, 52 foram realizadas na noite de anteontem. Em post no X, a procuradora-geral afirmou que um integrante da facção criminosa MS-13 -que está na mira do presidente Donald Trump- está entre os presos. Gangue foi criada por imigrantes salvadorenhos, na década de 1980, em Los Angeles (EUA). Os criminosos cometem crimes como tráfico internacional de drogas, armas e veículos roubados, estupros, entre outros. O grupo – que tem cerca de 10 mil integrantes, segundo estimativas -atua nos EUA, em El Salvador e em outros países da América Central. “Desde o início da nossa missão, houve um total de 465 prisões, 68 armas apreendidas, e acusações por homicídio, tráfico de drogas e crimes com armas de fogo”, disse Pam Bondi, em post no X. TRUMP ORDENOU ‘LIMPEZA’ DA CAPITAL Sob o lema “tornar D.C. segura outra vez”, medida foi anunciada na última segunda-feira. A intervenção federal foi colocada em vigor para transformar Washington na ”capital mais bonita do mundo”, segundo Trump. Ela tem duração prevista de 30 dias. “Vou tornar a nossa capital mais segura e mais bonita. Os sem-teto têm de sair imediatamente. Vamos dar acomodação para ficarem, mas longe da capital. Os criminosos não precisam se mudar. Vamos colocá-los todos na cadeia, onde pertencem”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva de imprensa No dia anterior, presidente já havia ordenado que pessoas em situação de rua deixassem a cidade ”imediatamente”. Segundo Trump, Washington será liberada do ”crime, da sujeira e da escória”. ”Nossa capital foi derrubada por gangues violentas, criminosos, maníacos, selvagens e pessoas sem casa. E nós não vamos deixar isso acontecer mais. Nós não vamos aceitar”, falou.
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