© Victor Piemonte/STF O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (27) que a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo esclareça as falhas apresentadas na tornozeleira eletrônica da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom. A medida foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir que seja esclarecido se a perda de sinal decorre de falhas operacionais ou violação do equipamento. O prazo para manifestação é de cinco dias. Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participar dos atos golpistas de 2023 e pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, em frente ao edifício-sede do Supremo, com um batom. Desde março do ano passado, Débora cumpre prisão domiciliar em Paulínia, São Paulo, onde mora. Ela é monitorada por tornozeleira eletrônica, não pode usar redes sociais e ter contato com outros investigados. No caso de descumprimento das normas, ela pode voltar para o presídio.
Ultimas Noticias
- PGP mostrou força de Medrado e teve um nome que roubou a cena: Rafa de Hildécio
- Websérie homenageia 15 mestres e mestras que preservam a cultura popular da Bahia
- ENEM: estudantes têm acesso a aplicativo de preparação para provas
- Marcas de Valença ganham destaque no Festival Internacional do Chocolate e Cacau
- Começa hoje financiamento de moto e bicicleta pelo Move Brasil
- Prefeita de Nilo Peçanha reitera apoio à reeleição de Jerônimo Rodrigues durante evento em Valença
- Arnaldo e Aécio, dois dos que deram um bom recado
- Quermesse do CETEN reforça tradição, inovação e consciência ambiental em mais uma edição


