Durante a reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Rio Melchior, nesta quinta-feira (14), o deputado Gabriel Magno (PT-DF) disse que o rio “faz parte de um ecossistema interligado, inserido na dinâmica da cidade e entorno” e destacou que as regiões próximas também precisam de atenção dos parlamentares. O parlamentar mencionou a situação do Parque Urbano do Pequizeiro, que faz parte da bacia hidrográfica do território onde está o Rio Melchior. O local destinado para o parque foi ocupado e gradeado por uma empresa. Com a pressão dos moradores, foi constatado que o documento de concessão era falso e retiraram os muros. A reunião da CPI foi presidida pela deputada Paula Belmonte (Cidadania) e também contou com a presença dos deputados Iolando (MDB-DF) e Rogério Morro da Cruz (PRD-DF). “Vamos entregar pra sociedade respostas, proposições e defender o nosso rio e a comunidade que está sendo atingida”, disse a presidenta da CPI. Entre os requerimentos aprovados durante a sessão ordinária estão pedidos de informações à Secretaria de Meio Ambiente do DF (Requerimento nº 33/2025), à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Requerimento nº 39/2025), e ao Aterro Sanitário de Brasília (Requerimento nº 71/2025). A CPI também solicitou cópias de atas e estudos técnicos ao Conselho de Recursos Hídricos do DF (Requerimentos nº 70 e nº 2119/2025) e ao Comitê de Bacia Hidrográfica (Requerimento nº 2120/2025), buscando esclarecer alterações na classificação ambiental do rio e decisões recentes sobre seu uso. Retomada dos trabalhos É o primeiro trabalho da CPI depois do recesso da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Além das alegações, os parlamentares aprovaram seis requerimentos que solicitam informações a órgãos públicos e ambientais sobre as condições do local. A iniciativa surgiu diante de denúncias de poluição severa, risco à saúde da população e falhas no gerenciamento ambiental da bacia do Melchior. Desde então, os deputados realizaram visitas técnicas, oitivas com especialistas e solicitaram documentos a diversas instituições. Neste segundo semestre, a expectativa da comissão é visitar o Abatedouro da Seara Alimentos, estabelecimento que pode ter relação com a contaminação da bacia, em data a ser definida. :: Receba notícias do DF no seu Whatsapp ::
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