Nesta temporada de cruzeiros, que segue até abril do ano que vem, a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo emitiu alerta para o risco de reintrodução do sarampo no país. A associação do setor estima que, entre o final de outubro e meados de abril, cerca de 670 mil turistas devem embarcar em cruzeiros que passam pelos portos brasileiros. Como o sarampo é altamente contagioso e pode ser transmitido pelo ar, a aglomeração de pessoas nas embarcações, inclusive de estrangeiros, é motivo para ficar atento à vacinação para a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A recomendação é tomar o imunizante com intervalo mínimo de 15 dias antes da viagem. Casos da doença O Brasil registrou 38 casos de sarampo neste ano, dois deles em São Paulo, mas o país não está em surto e mantém o certificado de área livre da doença, já que os casos são de pessoas que viajaram para fora do país. Justamente por conta dos surtos ativos em outros países e a presença de passageiros e tripulantes de nacionalidades diversas, é importante estar com a vacinação em dia. Entre os sintomas do sarampo estão: febre alta, tosse, coriza e manchas vermelhas na pele, que costumam aparecer entre sete e 14 dias depois do contato com o vírus. A vacina é a principal forma de se proteger da doença. Outros cuidados incluem cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, lavar as mãos ou utilizar álcool em gel e evitar contato próximo com pessoas doentes. Em caso de sintomas, a orientação é buscar um serviço de saúde imediatamente.
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