SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Suprema Corte de Israel suspendeu nesta sexta-feira (27) uma medida que encerraria operações de 37 ONGs humanitárias estrangeiras no país e nos territórios palestinos controlados por Tel Aviv. As organizações estavam ameaçadas de ter que deixar a Faixa de Gaza e a Cisjordânia neste fim de semana, após se recusarem a cumprir as exigências do governo israelense para que pudessem permanecer. A Corte havia sido acionada nesta semana por uma coalizão representando várias dessas ONGs. O consórcio solicitava a suspensão liminar da aplicação dessa medida enquanto aguardava uma análise judicial completa. “Sem tomar qualquer posição, uma ordem provisória temporária é emitida por este meio”, afirmou a corte em uma decisão que responde a uma petição das organizações internacionais, incluindo Médicos Sem Fronteiras (MSF) e Oxfam, que buscam reverter a proibição após o governo de Israel revogar seu status no país. Entre as exigências de Israel, estava o compartilhamento da lista de nomes e informações de contato de todos os funcionários. No entanto, os grupos de ajuda afirmam que compartilhar esses dados seria um risco à segurança, visto que centenas de trabalhadores foram mortos ou feridos durante a guerra em Gaza. O Estado de Israel disse que as exigências tinham como objetivo evitar o desvio de ajuda por grupos terroristas palestinos, segundo a imprensa local. A ONU, a União Europeia e outros atores internacionais criticaram essa decisão de Israel, que havia dado às ONGs até a meia-noite de 31 de dezembro de 2025 para se adequarem às novas exigências. Sequestro de ex-banqueiro ucraniano termina em morte; filho é preso Um homem, de 34 anos, teria atraído o pai – o ex-banqueiro ucraniano Alexandru Adarici – para uma emboscada com o objetivo de obter 250 mil euros (cerca de 1,6 milhões de reais) em criptomoedas, na Itália Notícias ao Minuto | 14:00 – 27/02/2026
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