O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta segunda-feira (27), que foi submetido a uma ressonância magnética em seu segundo exame médico do ano. O republicano, de 79 anos, compareceu ao centro médico Walter Reed, nas proximidades de Washington, em 10 de outubro, o que alimentou especulações sobre seu estado de saúde. “Sim, fiz uma ressonância magnética. Estava perfeita”, disse o magnata a bordo do Air Force One nesta segunda-feira. “Eu lhes dei os resultados completos”, declarou. Trump, que costuma se gabar de ter muita energia e saúde, se recusou a dizer o motivo pelo qual havia se submetido ao exame. As ressonâncias magnéticas são utilizadas para diagnosticar uma variedade de condições, de tumores, acidentes vasculares cerebrais e esclerose múltipla a problemas menos graves, como distensões musculares e inflamações. Trump tornou-se a pessoa mais velha a assumir a Presidência dos EUA no início de seu segundo mandato, em janeiro, substituindo o democrata Joe Biden, que saiu do poder aos 81 anos. Ele é hoje a segunda pessoa mais velha a servir como presidente dos EUA. A Casa Branca não declarou previamente uma razão para a segunda consulta hospitalar do magnata republicano, que foi considerada incomum, já que os presidentes costumam se submeter a exames completos apenas uma vez por ano. No início de outubro, o médico do presidente afirmou que ele se encontrava com um estado de saúde excepcional. Lá Fora Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo Desde que retornou ao poder, em janeiro, Trump tem aparecido com hematomas na mão direita, às vezes disfarçados com maquiagem. A Casa Branca assegurou que isto se deve a “uma leve irritação dos tecidos moles causada pelos frequentes apertos de mão e pelo uso de aspirina”, que ele toma como “prevenção cardiovascular”. Em abril, Trump declarou estar “em muito boa forma” após realizar um check-up médico de rotina. Dois meses depois, em julho, o governo informou que o presidente americano recebeu o diagnóstico de uma condição benigna conhecida como insuficiência venosa crônica após ser examinado por seu médico devido a inchaço nas pernas. Segundo o médico presidencial, trata-se de uma anormalidade do sistema venoso na qual vasos danificados das pernas não mantêm um fluxo sanguíneo adequado. Na ocasião, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente foi submetido a uma série completa de exames que incluiu testes vasculares. Desde então, a Casa Branca minimiza as preocupações sobre a saúde de Trump , sem detalhar como o problema nas pernas está sendo tratado.
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