A justiça decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva do suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos. O crime ocorreu na noite dessa sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, na capital Porto Velho. Juliana chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos causados por golpes de faca. O acusado, João Júnior, é aluno da faculdade e foi preso em flagrante. Na audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado, o Ministério Público informou que pediu a prisão preventiva dele como garantia da ordem pública. O MP repudiou o ato classificado como covarde e afirmou que vai atuar com firmeza na apuração do crime. O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, manifestou profundo pesar e disse que a violência não apagará o legado da professora, que teve sua trajetória como referência de excelência acadêmica, ética e dignidade. A Assembleia Legislativa de Rondônia também manifestou indignação com a morte de Juliana e disse que “não é admissível que mulheres continuem sendo vítimas de violência, especialmente em locais destinados à educação, ao diálogo e à construção de futuros”. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do acusado de matar a professora.
Ultimas Noticias
- Presidente da Venezuela confirma acordo petrolífero com Estados Unidos
- Colômbia encerra diálogos da paz total e adota linha dura contra grupos armados
- Governo Trump reforça guerra ideológica contra extremismo de esquerda
- Papa Leão XIV faz história ao atravessar lago em procissão mariana inédita
- Ex-presidente do Equador Lenín Moreno é condenado a cinco anos de prisão por corrupção
- Biografia detalha resistência de cardeal lituano contra o regime soviético
- Filme Top Gun Maverick inspira treinamento de pais mentores em acampamento católico
- Governo dos EUA vai liberar bilhões para grupos religiosos sem restrições


